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sábado, 25 de fevereiro de 2017

RESENHA | O PEQUENO PRÍNCIPE


Autor: Antoine de Saint-Exepéry
Editora: Geração
Gênero: Infantojuvenil; Fantasia 
Ano: 2015
Páginas: 160


Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só 
aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da 
história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.


Que história meus amigos, que história! Antes de ler eu não entendia o motivo de tanta gente amar esse livro e falar tanto desse príncipe loiro e sua amiga raposa. Depois de ler tudo fez sentido e eu passei a participar do grupo que ama essa narrativa.

Muito mais que um simples livro infantil, muito mais que uma simples história que visa mostrar aos seus leitores as descobertas de um jovem príncipe. Uma obra de arte que chega de mansinho e da um tapa na sua cara. Com toda simplicidade e fofura, o Pequeno Príncipe consegue passar uma mensagem muito linda.

O livro gira em torno da viagem do pequeno príncipe. Ele sai de seu planeta, da qual cuida com todo zelo e carinho, e começa a conhecer vários outros, com diferentes moradores.

O primeiro planeta que ele conhece era habitado por um rei um pouco mesquinho que fazia de todos os visitantes que ali chegavam seus súditos. No começo, até que o pequeno príncipe simpatizou com o rei, mas a convivência é que nos permite conhecer a essência de cada um e ao notar que o único morador daquele planeta só queria mesmo alguém para obedece-lo, estava disposto até a comprar a amizade/companhia de quem ali aparecesse, o jovem resolveu partir.



No segundo planeta ele encontrou seu morador, um cara altamente vaidoso. Depois de uma curta conversa o pequeno príncipe vai logo embora pois percebe que aquele homem, de tanta vaidade que tinha, só ouvia o que queria e só enxergava a ele mesmo.

Chegando ao terceiro planeta, o pequeno príncipe encontra um bêbado e descobre que este não tem nenhuma força de vontade para mudar. Só sabe beber para esquecer. No quarto planeta ele encontra um homem de negócios que de tão ocupado com sua futilidade, que ele julga importante, não tinha tempo para mais nada, nem para apreciar as estrelas.

O pequeno príncipe é uma das histórias mais fodas que tive o prazer de ler. Tem tudo para ser infantil e inocente, até que, durante a leitura, nos mostra o contrário. Ao descrever cada guardião dos planetas que visitara, ele, na verdade, descreve as essências do homem. Por isso achei tão maravilhoso!! O livro nos mostra que somos mesquinhos, tão vaidosos que nos tornamos cegos, interesseiros, acomodados e infelizes, pois nunca estamos satisfeitos com o que temos e onde estamos.

Essa mania de sempre querer mais é que nos impede de dá valor as coisas mais importantes, a simplicidade. Nos impede de enxergar o que realmente importa, já que deixamos de ver com o coração e o essencial é invisível aos olhos!

Lindo né mesmo? Já teve a oportunidade de ler também?? Se tiver alguma dica de leitura pode comentar que ficarei feliz em saber.

Já conhecem o Orelha de Livro? Não? Clica Aqui!!!


Até a próxima,
Suh.

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